terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

"Voo aprisionado"



Farto do fardo,
deponho as fardas...
Entrego-me a beleza do fado,
na sofrência da canção,
quase um choro.
Sobrevivo em meio,
no meio ,por meio
do caminho que tateio!
Mas carrego o peso,
de correr atrás,o que me faz
desentender o sentido...
Pra quê?
Onde quero chegar?
São respostas que o tic-tac do tempo,
não me dão trégua pra encontrar,
então vou sendo levado,nada serio!
Mas sei que dentro,no interior
ainda habita um índio despido
de qualquer logotipo.
Selvagem,livre,que sabe viver...
Apesar dos porquês!

Reginaldo

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