quinta-feira, 28 de agosto de 2014

"IPÊ AMARELO"



Semeias sonhos ,
na relva onde repousa
a flor dourada do ipê.

Desceu de voos vãos,
até os braços do chão,
na grama e repousou.

Viva ainda na Iris,
a copa amarela
solitária na serra.

Exuberante pintura,
cor,calor e loucura,
óleo sobre tela.

Tapete na sombra,
fim de inverno,
prenuncio de primavera.

Toda florada tardia,
que setembro reserva
é adorno de poesia.

O Ipê amarelo?
Este é todo poema!

Reginaldo



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