quarta-feira, 20 de agosto de 2014

"DESEMBRULHANDO"

Minha ansiedade,
revolve o tempo parado,
que a noite embalou pra viagem.

Água fria assusta o rosto
e os olhos embaçado
do recém despertar.

Apura a lira que encanta,
a pura poesia natura,
na fonte d'alma incubada.

Assim de alma lavada,
inteiro de corpo de pé,
um pouco de água fervida,
um naco do doce da fé...

Flagra sobre a mesa,
o calor do sol da manha,
o cheiro exala vida...

Pronto...
Tá servido o café!


Reginaldo

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