sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

"INSONE"



Vago nas noites sem sono,
grito no silencio por tua luz...
Insano!

Insone,
amante das horas mortas,
vivo meus delírios,
ali faço meu quelônio,
e desafio os meus demônios.

Vago no breu sem lume,
na margem do pesadelo,
mas são os sonhos,
a causa do ciúme.

Quero acordar e não consigo,
morrer já não me cabe,
espero que quebre o encanto,
o jeito?
Só você sabe!

Um beijo na ponta do queijo
ou estaca no coração,
pode ser a saída,
o portal,a libertação.

Me abrace de mansinho,
não me cause tanta dor,
me desperte com carinho,
com a luz do teu amor.

Ou deixe-me insone,a vagar,
se assim não for...
Por favor!
Reginaldo

Um comentário:

  1. Poeta que abraça, cada vez mais, novos delírios. E eu vibro e viajo junto: tão bom!

    Beijos e parabéns, querido amigo poeta. Tenho navegado em suas águas.

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