domingo, 4 de janeiro de 2015

"O SOPRO DO OLEIRO"


Um barco à velas,
em águas paradas,
sem rumo ,nem rota.

Faltava algo,
pra dar sentido,
aquela escultura...

Então...Um sopro,
um divino despertar,
essência vital invadiu as narinas...

Brisa do mar,
mostrou firmeza ao pés,
o Espírito das calmarias.

Um
voo profundo,
revelador de mistérios,
nas entranhas da alma.

Era nada moldado no barro,
uma obra inanimada,cálida,
imperfeita natureza morta.

O Deus dos deuses,
compadeceu-se,
soprou vida em seu rosto.

Acreditou...fez existir!


Reginaldo

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