quinta-feira, 7 de julho de 2016

GUERRA E PAZ



Amor desalmado, armado,
Impondo-me o bélico
Feria meu peito, apunhalado
Ao seu jeito maquiavélico.

Travava nos confins
O intento de batalha,
Este amor cortava em mim
Qual lâmina de navalha.

Sangrava qual rio ao entardecer,
Aonde o sol vinha lavar-se
Antes do adormecer... Meu coração.

Quando os sonhos são fantasia
Toda guerra é utopia
E o amor dor e ilusão.


Jose Regi

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