foi de repente,
um calafrio invadiu
aquele corpo dormente.
foi ficando longe,
longe,até sumir
no horizonte.
era o fim de um sonho,
desalojar os demônios,
pulsar outros cenários.
rever momentos,
como num vídeo tape,
quadros a quadros...Passados.
foi de repente que vive a morte,
tão lucida quanto minha adolescência,
ali presente.
cheguei ao potão do inferno,
estava fechado pra reforma,
bati então no paraíso,fora de hora.
no limbo vaguei,
encontrei no caminho minha alma,
fizemos um pacto,voltei.
não tinha sido recomendado
pelo dono da excursão,
minha passagem não tinha
o carimbo da extrema unção.
Reginaldo
Porque a vida é fugaz,fiz-me palavras doces em cachoeiras,esparramando e umidecendo olhares,despertando sonhares,fazendo voar num súbito bater de asas e pouso de passarinhos.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
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