viajei aos primórdios do seculo passado,
ao pesado e enfadonho estorvo de ser infanto,
quando não passávamos de adorno complementar
de uma pseudo família.
Pelos castigos impostos quando tentávamos
ser de fato criança,
aos comerciais cheirosos e meigos
de pom-pom,
e aos ríspidos contos de Cora Coralina .
Enfim desembarquei nos dias atuais,
das pequenas criaturas perdidas
em meio de tanta confusão,
sem um farol a lhe indicar o caminho.
Não é interessante para a classe dominante adulta,
que nunca foi criança,
que se tenha um naco de lume que seja,
para que não mexamos na posição destes privilegiados.
De fato não podemos atropelar as fases
e deixar de viver momentos significativos
para nos tornarmos adultos,
com olhos e curiosidade de crianças,
que a maioridade não nos roube a ingenuidade
de acreditar que é possível mudar esse quadro.
Reginaldo
Porque a vida é fugaz,fiz-me palavras doces em cachoeiras,esparramando e umidecendo olhares,despertando sonhares,fazendo voar num súbito bater de asas e pouso de passarinhos.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
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