O que fizestes daquela pedra
que trazias no peito,
aquela assoreada,
varrida de vento,
lisa e escorregadia,
onde as pombas quentavam sol,
nas manhas de solidão?
Humanizastes?
sentistes a necessidade do calor,
amolecestes como sedimento arenoso,
maleável,suscetível as intervenções
das intempéries.
Não ha coração que não se renda,
aos encantos de uma cortina de renda,
ao tapete macio de boas vindas,
com as luzes de um olhar plangente,
profundo e receptivo.
Quebra toda dureza que for,
faz nascer sobre esta pedra
deixada ali no canto esquerdo,
um viçoso broto de amor.
Porque a vida é fugaz,fiz-me palavras doces em cachoeiras,esparramando e umidecendo olhares,despertando sonhares,fazendo voar num súbito bater de asas e pouso de passarinhos.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
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