Gritava silêncios,
ninguém ouvia,
todos surdos
se percebia.
Será que o Amor morreu?
Mas quem velou?
Deu cabo do seu corpo,
ocultou está verdade
e não me avisou?
Então escrevo mentiras,
nas bordas do meu diário?
Passando por otário!
Que me importa!
vou seguir minha utopia,
acreditando em demasia
na eternidade do Amor!
Escreverei poesia,
em memória póstuma,
pra quem quiser lê,
mesmo que soe Démodé.
Reginaldo
Porque a vida é fugaz,fiz-me palavras doces em cachoeiras,esparramando e umidecendo olhares,despertando sonhares,fazendo voar num súbito bater de asas e pouso de passarinhos.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
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