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SOBRE REFLEXOS"

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O Homem é o lobo do homem...
Quando se vê que...
Deus te dá inteligencia,razão e forma de pensar,
ainda sim você regride ao estagio mais baixo
e se classifica numa zona sem classificação,
Animal não és,pois eles não agiriam assim desta forma ,
humano tá longe de ser,
já que não fazes uso dos atributos dedicados a ti,
então vagas no limbo da incompreensão,
do ódio e intolerância.
Depurando no crivo,
na ânsia de se encontrar motivo
que justifique tanta ofensa á iguais
e tamanha barbárie contra vida!
Ai quem sabe entenderemos que
LIBERDADE é respeito MUTUO,
elo sem emenda,onde não se encontra "deixa"
e espaço para qualquer tipo de humilhação,
França um País Miscigenado,
mais do que ninguém deveria seguir o lema de sua Bandeira
Liberté, Égalité, Fraternité,
Cabe a imprensa Divulgar fatos e informar de forma Leal e sem excessos,
pois sempre haverá olhos que vêm a mesma coisa que todos,
mas o entendimento é livre.
Ha que se resguardar de temas Polêmicos,
para não atiçar a ira do extremo fanatismo,
que não tem compromisso com a VIDA.
Todo excesso é sobra,
e tudo que sobra
acaba vazando...Todo vazamento causa danos.
Por vezes irreversíveis!!!
Ha que se ter muita cautela!!!
Minha liberdade limita-se ao
inicio da liberdade do outro,
é tempo de refletir,
sobre os cacos do espelho
Bisotê e seu reflexo Globalizado!


Reginaldo

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Enfim...

      Dedico a vós o meu silêncio A inquietude abismada Dos meus versos Esses voos ora preteridos Deixo assim subentendido Em pousos dantes...Arremetidos.   Vasto é a amplidão Desse universo mudo Eximido de eco Ou retorno Onde o exilio É silente contuso.   Corto os punhos, Dramático, patético Suicídio poético Antes, porém, rascunho A sangue quente A dor corrente Na rubra tarde que cai Aos pés da noite eterna.   Não tenho asas, Nem pernas Nem plumas Ou penas Que sentenciam o fim No crepúsculo.   Há um último impulso Antes da queda Um último plano Ante o medo da escuridão. Respira afoito Um derradeiro pulso...   Não há mais nada Nunca houve,   Nunca esteve. Nunca foi... Não há mais tempo! Poema escrito Sobre areia fina, Só quem lê É o vento.   José Regi    

Menino do olho azul

Jaz infanta estripulia. Ainda cedo corria pra rua o menino, Não sabia nada de limites E o mundo lhe era um convite a campear. Explorar além do horizonte Da janela da sala Da cercania entorno Da margem da velha estrada. Olhos azuis de céu Asas nos pés Era quase um semideus Com todos os seus “eus’ Ainda incubado De voos e sonhos. Cismas várias Não eximia os anseios, Havia de ser grande Já previa a cigana Que vendia engodos em troca de migalhas Na esquina da rua do centro. Desbravador solitário Num relicário de teimosia Esculpido a força No tempo. Jaz infanta estripulia Na sucursal de ontem Das gerais do sul... Hoje homem feito adulto Inventa versos como indulto Para proteger aquele menino do olho azul. José Regi

Medo de altura.

  Eu, poeta de superfície, raso de chão e asas atrofiadas Ofereço-vos o mirante A beira dos meus abismos Sem egoísmo oferto-vos Tentativas de voos. O mergulho A incerteza Do pouso seguro. Dou a ti, No escuro, O lume da lua O cio da loba O uivo do vento... A dança das folhas mortas O sementio do horto O tempo torto E meus medos mais sórdidos. O ócio A ausência dorída Asas parcas, feridas O vazio e o eco. Retiro o véu Ofereço-vos O céu E o chão Onde aguardo Vosso pouso. José Regi