quinta-feira, 14 de agosto de 2014

"PANDORA"




Era uma vastidão inóspita,desértica. 
Não se via oásis,nem fonte,
não se via...

Nesta via,não havia nada,
ela brotou ali,
pois era tudo que era...

Mas tinha vento ligeiro,
louco pra sair dali,
jogou-se...

Encontrou solo fértil,
sereno e orvalho,
no sopé de um carvalho.

Cresce a sombra,
no silencio...
A espera da primavera. 

Reginaldo

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