Desejo de fuga,
pro vão livre do céu,
um corpo inerte,
de súbito sob o chão.
Foi acordado com o tempo,
que lhe roubou o sentido dos passos,
deu asas ao seu pensamento,
agora nega-lhe o voo.
Furtivo e arredio,
o desfez de sua vivência,
Voa inefável inconsciente,
singular aptidão pelo alto.
Alma carregada de vazio,
desfez do corpo carcere,
rompeu as amarras do real,
e libertou a passarada.
Revoa como aves de rapina,
nuvens negras violadas
tange o azul do céu,
com um cinza sombrio ainda desconhecido.
Descortina nova jornada...
Reginaldo
Porque a vida é fugaz,fiz-me palavras doces em cachoeiras,esparramando e umidecendo olhares,despertando sonhares,fazendo voar num súbito bater de asas e pouso de passarinhos.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
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