O poeta de verões férteis
Observa as mãos semear no outono
Por entre o inverno frio do papel
Esperando poesia para primavera.
José Regi
Porque a vida é fugaz,fiz-me palavras doces em cachoeiras,esparramando e umidecendo olhares,despertando sonhares,fazendo voar num súbito bater de asas e pouso de passarinhos.
Um dia que não hoje se não me foge a memória Numa noite de novembro, Relicário, eu me lembro Nossos olhos se cruzaram Como rai...
Então é aqui que você se esconde Regi? rsrs Maravilhoso poema!
ResponderExcluirLuiza,querida LMN aqui me escondo e me acho.Bem vinda.
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