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Muito além do quarto




tange o marginal.

Da voltas na entrada,
permeia uma fresta
no eco da alma
e invade a calma...

Revira do avesso
os avessos de mim,
avança pelo meu gostar.

Trisca sinuosa o desejo,
que despeja num beijo
vazio ao vento

Tende se apossar
dos meus confins,
tem uma prosa doce,versada,
que não rima com solidão.

Revela teu encanto
num canto Etério,
sereia e mistério
deste juntar vazios!

Quase violando minha Paz,
esta que me abraça nas madrugadas,
quando morto o corpo,
quase um Bulbo oco...
abandonado pela crisálida,
borboleteia no inconsciente...

Ganha asas,
longe do envólucro,
imagina uma viagem
sem peso,sem tempo,
antes do despertar
atribulado...

Mas se for pra guerra,
que seja ao teu lado!

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Enfim...

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Menino do olho azul

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