Obsceno
Penetrar em riste sua entranha
Aquecer no doce fenda morna
Sugar-lhe em êxtase e transe
A volúpia com que me assanhas
Extinguir a carência e o fogo
Lamber seus lábios carnudos
Sugar estrelas no céu da boca
Perder sem defesa no seu jogo
Beijar-lhe suave os mamilos
Com a indecência da língua
Explodir jatos de saciedade
Ao sobreviver ao teu gozo
Deixar o vento secar o suor
Da nossa vil cumplicidade.
José Regi

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